Como está sua pundonor?

Como está sua pundonor?

Para saber as quantas andam sua autoestima, responda a seguinte pergunta: “Como eu me sinto sobre quem eu sou?” A autoestima é situacional e circunstancial, ou seja, tende a variar dependendo do momento que você está vivenciando. Por exemplo: sua autoestima pode estar elevada no trabalho pelo reconhecimento e ascensão profissional e, ao chegar a casa ele ficar em baixa porque as coisas estão fora de seu controle ou desejo. Ou ao contrário, em casa está tudo maravilhoso, mas no trabalho, ufa! Salve-se quem puder. Fisicamente a baixa autoestima pode estar relacionada ao espelho nosso de cada dia que hora nos faz bela e poderosa e no momento seguinte nos deixa acima do peso e puxa zum naquelas linhas de expressão que nos tira dos 18 anos e nos remete aos “enta” da vida. Esse sobe e desce na autoestima vai sorrateiramente fazendo surgir a insegurança, vontade de isolamento, necessidade de aprovação, de reconhecimento… Isso pode acontecer em qualquer momento de nossas vidas, mas se estiver passando de um breve momento para todo instante é hora de parar e fazer uma reflexão do por que e sobre o quanto isso pode ser prejudicial a você e àqueles que têm convívio próximo a ti. Nas reuniões e encontros de mulheres, chás (de lingerie e sensual) e mesmo nas consultorias em sexualidade que realizo é fácil identificar aquelas que estão com a autoestima elevada ou baixa. Vejo mulheres, daquelas que faz qualquer homem virar a cabeça quando passa na rua, com baixa autoestima tão elevada a ponto de serem despercebidas e entregues à solidão. Da mesma forma encontro mulheres que não têm esses atributos físicos, mas a autoestima é tão lá pra cima que é capaz de fechar o trânsito. Isso porque tendo a sua autoestima “pra lá de Bagdá” você exerce a lei da atração, a beleza de seu ser traz para si a beleza das coisas que te rodeia. Quando você está bem consigo mesma as coisas boas acontecem elevando ainda mais o seu ego. Baixa autoestima é uma avaliação negativa de si mesmo. Este tipo de avaliação geralmente ocorre quando alguma circunstância, que encontramos em nossa vida, toca negativamente nossa sensibilidade. Quando isso acontece, as nossas ações tendem a ser automáticas e orientadas por impulso; nosso pensamento se estreita; nossa percepção se deteriora e fundamentalmente perdemos nosso senso de “auto”: autoconfiança, autoaceitação, autoexpressão, autoafirmação, autoindulgência, autorrealização, autoaprovação, autoaceitação. A autoestima cresce à medida que vencemos nossos medos e controlamos nossas ansiedades e impulsividade. Agindo dessa forma ampliamos nossa capacidade de lidar com os problemas, superamos nossas adversidades e resistimos à pressão de situações estressantes e aprendemos com nossas próprias experiências. Mas se as coisas estiverem fora do controle, a ajuda de um psicoterapeuta pode ser muito valiosa, pois isso pode desencadear uma depressão. Seguem algumas dicas para você elevar sua autoestima. Tente descobrir seu lado mais bonito, tanto físico, quanto emocional. Se trate com amor e carinho, seja benevolente com sigo mesma, permita-se errar e fazer de novo quantas vezes for necessário. Esqueça as comparações, cada um tem seu biotipo e jeito de ser. Você pode até absorver coisas boas de alguém: exemplos que engrandecem, estilos que te agradam, mas se comparar negativamente! Jamais. Faça o que gosta – Faça coisas que te dá prazer, coisas divertidas que nos faz sentir leves. Que tal ler, dançar, ouvir música, caminhar, namorar… Afaste-se de pessoas negativas, que sempre colocam você lá embaixo – fuja de humilhações e pessoas que gostam de colocar apelidos. Busque ficar perto de pessoas positivas. Dê menos atenção à opinião dos outros, principalmente as que te depreciam. Que tal começar a colocar as suas ideias e os seus objetivos em primeiro lugar? Não dependa de ninguém para ser feliz – Acredite em você e vá à luta. Seja flexível (resiliente) – Estar preparada para as mudanças repentinas é a maneira mais fácil de não se frustrar t